(Source: idolatrado, via trovoadas)
(via gofuckingnuts)
(via sentimentosprofanos)
(Source: kiddchanel, via debilidade)
Você e eu, eu e você para sempre, pode ser? (vupm)
(Source: VOCEEUMAPARTEDEMIM, via question-for-you)
(via gofuckingnuts)
(via question-for-you)
(Source: bettertimes1, via cereal-radical)
“Era um caso um tanto quanto diferente de todos os outros, era complicado e inexplicável. Não namoravam, mas também não podiam dizer que eram apenas bons amigos. Eles viviam se perguntando “O que somos, afinal?”, sem nunca chegarem à uma conclusão. Agiam como tantas coisas, tudo ao mesmo tempo. Uma hora era como se fossem antigos amigos ou irmãos, com segredos e brigas, e em outrora agiam como um casal, cheios de carícias e beijos. Era confuso para eles, era confuso para quem os via. Apesar de todos dizerem que eles eram perfeitos um para o outro, achavam que jamais dariam certo se realmente ficassem juntos. Eles mesmos tinham dúvida do que poderia acontecer se se arriscassem. Mas será que era dúvida? Parecia medo de perderem o que tinham, medo de se perderem. Eles continuavam, enrolavam e levavam aquela vida que já não aguentavam mais. Queriam virar “nós”, queriam se juntar, ser apenas um. Queriam mais do que já tinham, mais do que já eram, ou assim pensavam. O que não sabiam era que não havia outro na vida de nenhum deles. Ela era dele, ele era dela. Sempre foram, sempre seriam. E quando assim perceberam, enxergaram que já tinham tudo o que queriam, da forma que deveria ser. Era o jeito deles de se amarem, de se terem e de se quererem. Por mais que parecesse estranho diante dos olhos confusos que os viam de fora, finalmente entenderam o que eram. Eram o amor, em sua forma mais pura e exata.”